2006/05/04

Paridade.

Ou a técnica da distribuição por
quotas.

A duvida persiste em entender se a diferença entre homens e mulheres se pode esconder atrás de números numa tabela percentual, e não por causa das qualidades de uns e de outros.

Determinado grupo (maioritariamente constituído por mulheres) afirma ser preferível a existência de bons advogados, médicos, gestores ou representantes em qualquer outra actividade (homens ou mulheres) do que um medíocre (também neste caso homem ou mulher), afirmando que interessante é a qualidade e a possibilidade de bem servir o país e a comunidade em geral.

Sempre que acontece um dia Internacional da Mulher e pelo menos no chamado Primeiro Mundo, onde estamos incluídos (via Europa), esta temática é debatida. Existem mais mulheres do que homens em Portugal, na Europa e no Mundo. Há uns anos, e após as representantes femininas na área de Medicina terem alcançado um share de 45% em Portugal, ironicamente (ou não), esse valor fez com que se chegasse a pensar impor quotas para futuros médicos homens.

Por incrível que pareça, onde não se tem visto muitas mulheres alcançar os píncaros da carreira, é na área política. Com feito, e presentemente em Portugal só temos duas representantes do sexo feminino a liderar Ministérios, (o da Cultura e o da Educação). Mas pior ainda é na gestão de Empresas, onde por exemplo no Top 20 das empresas do PSI, só aparece uma mulher no Conselho de Administração e pior, no recém nomeado Conselho de Administração da PT, constituído por 21 Administradores, todos são homens.

1 Comments:

At 12:16 p.m., Blogger  said...

tem d criar um blog com a sua vida... cm eu!! assim sempre nos rimos da desgraxa dos otos!!
Bigada pelo comentario.. e qt ao k m disse p mail dps explique-m direito, ok??
obrigada.
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